célula a célula reparte.
Torrente pegajosa,
galopante no peito.

Coração cansado,
obriga o ofegar,
respiração de outrora
que vem para me matar!
Tontura do ser
sugada para outra vida,
soldado de exército poderoso,
que sangra na espada cravada.
Traição de irmão,
cegueira que subjuga o coração.
Impotência cavalga
no peito de rebelião!
Amor desfeito
desagua no mar de ingratidão.

Ergue-te!
Avisa a morte que te leva!
O seu manto está perto,
cobre-te com o seu sorriso secreto.
Alma que renasce das cinzas,
Fénix Iluminada pelo céu!
Amor e compaixão descem assim,
filhos da tristeza,
Nasceram para ti!!

Nesta canção de certeza,
caminho sem volta
que encanta o ser!
Odisseia de emoção
na face de criança.
Inocência amada
envolta em gratidão!

Sem comentários:
Enviar um comentário